O Grêmio divulgou, nesta quarta-feira (14), uma nota de repúdio contra a arbitragem depois de a CBF reconhecer um erro no empate por 1 a 1 no GreNal de domingo (11). O árbitro não marcou pênalti de Bernabei em Diego Caito.

O reconhecimento da CBF veio em reunião com Leonardo Gaciba, consultor de arbitragem do clube gaúcho, no Rio de Janeiro. O VAR, operado por Caio Max Augusto Vieira (GO), não recomendou a revisão ao árbitro de campo, Rodrigo José Pereira de Lima (PE).
Na nota, o Grêmio reclama de "mais uma decisão de arbitragem com prejuízo" e diz que a CBF justificou a não intervenção do VAR com a orientação de "menos arbitragem, mais futebol" — o que, segundo o clube, gerou "incredulidade e estranheza".
"O Grêmio Foot-Ball Porto Alegrense, novamente, vem a público manifestar sua indignação em relação a mais uma decisão de arbitragem com prejuízo ao Clube na disputa do Campeonato Brasileiro 2026", diz o comunicado.
Por que o Grêmio reage agora?
O clube afirma que "não reivindica qualquer tipo de vantagem", mas que "as regras e os critérios sejam os mesmos para todos e a todo tempo". Diz ainda vir sendo "prejudicado de forma repetida e irreversível" no Brasileirão 2026.
Para o Grêmio, o episódio se soma a uma sequência de lances contestados nesta mesma temporada, caso do gol anulado por 1 centímetro em setembro.
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Depois do empate, o técnico Renato Portaluppi e o presidente Odorico Roman já haviam reclamado do pênalti não marcado.
O momento tem peso direto na tabela. O Grêmio é o 18º colocado, com 31 pontos, um a menos que o Corinthians, primeiro time fora do Z4.
O que acontece agora
O Grêmio avalia possíveis ações nos bastidores após o reconhecimento da CBF. O mesmo clássico já teve outro desdobramento: o clube suspendeu um torcedor por suposto gesto racista durante a partida.





























