O JPMorgan Chase, maior banco dos Estados Unidos, teve lucro líquido de US$ 15,3 bilhões no terceiro trimestre de 2026, alta de 6% ante o mesmo período de 2025. O resultado por ação e a receita ficaram abaixo do que Wall Street esperava.
O lucro por ação diluído foi de US$ 5,57, ante US$ 5,07 um ano antes, mas abaixo da expectativa de US$ 5,93 calculada por analistas consultados pela FactSet.
A receita líquida somou US$ 50,17 bilhões, alta de 8% na comparação anual, também abaixo da projeção de US$ 51,2 bilhões do mercado. As provisões para perdas com crédito somaram US$ 2,74 bilhões, queda ante os US$ 3,4 bilhões de um ano antes.
Em comunicado, Jamie Dimon, presidente-executivo do JPMorgan, disse que o banco teve "mais um trimestre de resultados fortes", com retorno sobre capital tangível (ROTCE) de 21%. Disse ainda que reduziu as recompras de ações, em linha com a estratégia de alocação de capital.
O Goldman Sachs, rival direto, superou as estimativas de Wall Street no mesmo trimestre. O lucro somou US$ 5,29 bilhões, alta de 29% ante 2025, acima do consenso de analistas tanto no lucro por ação quanto na receita.
A receita do banco cresceu 23%, para US$ 18,68 bilhões, puxada por um salto de 72% nas operações com ações, atribuído pelo Goldman a receitas maiores em financiamento e intermediação.
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No Brasil, o JPMorgan também influencia o mercado de ações como casa de análise: a instituição rebaixou recentemente a recomendação para o Banco do Brasil, mantendo avaliação distinta para o Bradesco.
O que acontece agora
Nos nove primeiros meses de 2026, o lucro acumulado do JPMorgan soma cerca de US$ 52,95 bilhões. Os resultados dos grandes bancos dos EUA seguem saindo ao longo desta semana, na temporada de balanços do terceiro trimestre.
Os números chegam numa semana de cautela em Wall Street, marcada por alta de ações de tecnologia como a Meta e queda de fabricantes de chips.





























