O novo Senado terá 40 dos 54 senadores eleitos em 2026 como estreantes, 74% das vagas em disputa, segundo o Senado Federal. O PL salta de 15 para 28 cadeiras a partir de fevereiro de 2027, maior bancada da Casa, aponta a CNN Brasil.
Dos 32 senadores que tentaram a reeleição, 14 conseguiram um novo mandato e 18 perderam a disputa. A renovação de 74% é menor, porém, que a de 2018, quando 46 das 54 cadeiras trocaram de titular (85,19%).
Entre os derrotados estão Renan Calheiros e outros sete nomes de peso da política, que somaram mais votos que em 2018 e, ainda assim, não garantiram a vaga.
Entre os reeleitos estão três senadores do PL (Carlos Portinho, Eduardo Gomes e Marcio Bittar) e três do PT (Humberto Costa, Jaques Wagner e Rogério Carvalho). O MDB teve a maior bancada de reeleitos, com quatro nomes.
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Também se reelegeram Cid Gomes (PSB, Ceará), Lucas Barreto (PSD, Roraima), Plínio Valério (PSDB, Amazonas) e Styvenson Valentim (Podemos, Rio Grande do Norte), cada um o único reeleito de seu partido.
Como fica a nova bancada do Senado?
O PL soma 19 novos senadores eleitos em 2026 e chega a 28 ao total, considerando os mandatos que não foram renovados agora. O PT elegeu 6 e mantém 9 cadeiras ao todo, segundo o levantamento da CNN Brasil.
Depois de PL e PT, as maiores bancadas do novo Senado são o MDB, com 8 cadeiras, e Republicanos e PP, com 6 cada um. Partidos menores, como Rede e PDT, ficam com 1 cadeira cada.
O avanço do PL no Senado contrasta com o resultado da Câmara, onde a direita somou só uma cadeira a mais que antes.
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Na Câmara dos Deputados, o PL também disparou, mas o conjunto da bancada de direita cresceu pouco. A Casa terá 183 deputados novatos, a menor renovação desde 1998.
O que acontece agora
A nova bancada pesa na relação do Planalto com o Congresso a partir de 2027, independente de quem vencer a disputa presidencial em 25 de outubro, já que tanto Lula quanto Flávio Bolsonaro vão precisar negociar maioria com um Senado mais à direita.
A nova composição do Senado toma posse em 1º de fevereiro de 2027. Até lá, o atual Congresso segue em exercício.





























