O avanço do PL no Congresso reabre a disputa pelas presidências da Câmara e do Senado, decididas em 1º de fevereiro de 2027. A continuidade de Hugo Motta (Republicanos-PB) na Câmara enfrenta resistência dentro do próprio partido, segundo a CNN Brasil.
O PL elegeu 121 deputados em 2026, ante 99 em 2023, e deve ter 29 cadeiras no Senado a partir de fevereiro, segundo a CNN Brasil e a Metrópoles. Para a presidência do Senado, a sigla sinaliza Rogério Marinho (RN) ou Tereza Cristina (PP).
Rogério Marinho é coordenador da campanha de Flávio Bolsonaro (PL) no 2º turno. Se Flávio vencer, a avaliação da CNN Brasil é que o PL deve atrair ainda mais apoio de outros partidos no Congresso.
Quem comandar a Câmara e o Senado nos próximos dois anos vai pautar a relação do Congresso com o próximo presidente.
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O bloco de apoio a Flávio cresceu nos últimos dias. União Brasil e PP oficializaram apoio em 6 de outubro.
No dia seguinte, o Republicanos também declarou apoio a Flávio, o mesmo partido de Hugo Motta.
Para o presidente do Republicanos, Marcos Pereira, há "uma resistência do PL", mas o partido negocia. "O Republicanos estará com o Hugo Motta incondicionalmente", afirmou, segundo a Metrópoles.
A relação de Motta com o PL azedou depois que ele declarou apoio à reeleição de Lula, na contramão do próprio Republicanos, e resistiu a votar a anistia aos condenados pelos atos de 8 de janeiro, segundo a Metrópoles.
No Senado, Alcolumbre foi eleito em 2025 com 73 dos 81 votos possíveis, quando o PL tinha apenas 14 senadores. Agora, com a bancada maior, o cenário fica mais apertado, segundo a CNN Brasil.
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Na Câmara, são necessários 257 votos para eleger o presidente. O deputado Sóstenes Cavalcante (PL-RJ) já sinaliza disposição para disputar o cargo em fevereiro, segundo a Metrópoles.
O que acontece agora
As eleições para as presidências da Câmara e do Senado ocorrem em 1º de fevereiro de 2027, data em que a nova legislatura toma posse.
Até lá, o resultado do 2º turno presidencial, em 25 de outubro, deve pesar nas negociações, segundo a CNN Brasil.





























