Um ônibus de turismo com 12 brasileiros tombou na quinta-feira (5 de novembro) na rodovia que leva à Capadócia, na Turquia. Quatro brasileiros ficaram feridos; segundo o Itamaraty, não correm risco de morte. O acidente deixou 16 feridos ao todo, dois em estado grave.
Segundo o portal turco Caspian Post, que citou autoridades locais, o veículo havia saído de Avanos, na região da Capadócia, levando turistas do Brasil, da Costa Rica e de Taiwan.
O grupo viajava em uma excursão turística organizada, segundo o jornal A Tarde.
"O Brasil se solidariza com as vítimas e seus familiares e confirma que presta assistência consular aos nacionais feridos", informou o Itamaraty em nota. O cônsul-honorário visitou os brasileiros hospitalizados na manhã da sexta-feira (6 de novembro).
O que se sabe sobre o acidente
O acidente aconteceu por volta das 9h de quinta-feira (5 de novembro), na província turca de Aksaray, perto do vilarejo de Alayhan. O motorista do micro-ônibus perdeu o controle do veículo, que saiu da pista e tombou, segundo o Caspian Post.
Agentes da Gendarmeria, a polícia rural turca, e equipes médicas foram enviados ao local. Os 16 feridos, entre eles turistas do Brasil, da Costa Rica e de Taiwan, foram levados ao Aksaray Training and Research Hospital; dois seguem em estado grave, sem identidade revelada.
O grupo integra o fluxo recente de brasileiros que tornaram a Capadócia um dos destinos mais procurados em roteiros pela Turquia, país que recebeu 49,1 milhões de visitantes entre janeiro e setembro deste ano.
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A região, Patrimônio Mundial da Unesco desde 1985, teve 1,3 milhão de visitantes em 2024, alta de 13,5%. O destino cresce no ritmo dos gastos de brasileiros no exterior, que bateram recorde de US$ 12,6 bilhões no semestre.
O caso lembra outro registrado há uma semana, quando a colisão entre dois trens na Espanha deixou uma brasileira entre os 110 feridos; o Itamaraty também acompanhou aquele caso pela rede consular.
O que acontece agora
Autoridades turcas seguem apurando a causa exata do capotamento, sem prazo divulgado para a conclusão. O Itamaraty mantém o mesmo acompanhamento que fez em outro caso recente, quando quatro brasileiros ficaram a bordo de um navio retido pela Islândia.






























