A Meta pediu ao TSE na sexta-feira (6 de novembro) que a corte reconheça que não favoreceu o senador Flávio Bolsonaro (PL) no Instagram. A empresa também pediu que o TSE negue o pedido de perícia nos sistemas de recomendação da rede social.
Segundo a Meta, as contas de Lula (PT) no Instagram alcançaram 1,5 vez mais pessoas que as de Flávio entre 16 de agosto e 25 de outubro. A empresa atribui a diferença ao maior volume de publicações do petista, não a viés do algoritmo.
O alcance de políticos no Instagram cresceu durante a campanha, mesmo com a regra do TSE que proíbe recomendação algorítmica de candidatos.
O que é a perícia que a Meta tenta barrar
A perícia pedida pela coligação de Lula auditaria os sistemas de recomendação do Instagram e exigiria a exibição de registros internos da empresa. A Meta argumenta que isso exporia segredo industrial sem mudar a conclusão que os próprios dados já mostram.
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O processo é uma Ação de Investigação Judicial Eleitoral, protocolada na quarta-feira (21 de outubro). A ação foi movida pela coligação Brasil Pronto pra Mais, que acusa a rede social de restringir conteúdo petista e ampliar o alcance do adversário.
Antes dessa ação, o TSE já havia elevado a multa diária contra a Meta para R$ 1 milhão por descumprimento de outras determinações da corte.
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O caso se soma a outra ação em que a campanha de Lula pede ao TSE a cassação da chapa de Flávio por causa da atuação da Meta.
O que acontece agora
O TSE ainda não decidiu se aceita o pedido da Meta ou se determina a perícia nos algoritmos do Instagram. Segue em aberto, no mesmo tribunal, o pedido da campanha de Lula para cassar a chapa de Flávio por causa do caso.






























