O coordenador da campanha de Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência, senador Rogério Marinho (PL-RN), negou nesta segunda-feira (19) que a campanha tenha se oposto à volta do canal "Exército de Lula". Segundo ele, o pedido era apenas que o grupo fosse registrado no TSE.
Marinho falou em debate na GloboNews com o coordenador político da campanha de Lula, Edinho Silva (PT). O canal, que havia saído do ar, é liderado pelo deputado federal André Janones (Rede-MG).
O senador também cobrou neutralidade das redes sociais na reta final da campanha.
Se a Meta ou qualquer outra plataforma de comunicação favorece essa ou aquela campanha, nós repudiamos fortemente.
Edinho Silva rebateu no mesmo debate. Segundo reportagem do UOL, o coordenador da campanha de Lula disse que "a Meta prejudicou muito" a candidatura petista e que a rede social não pode assumir lado na eleição.
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O episódio reacende a disputa em torno do "Exército de Lula" dias depois de o TSE liberar o canal e outros grupos digitais para continuar operando na reta do 2º turno.
A troca de farpas também soma à disputa mais ampla sobre as big techs. A campanha de Lula já havia denunciado a Meta à OEA, e neste domingo (18) um ato em São Paulo cobrou reparação da empresa por suposta interferência eleitoral.
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As duas campanhas agora dizem a mesma coisa sobre a Meta: que ela pesa contra o próprio lado, não a favor.
O debate ocorreu a 6 dias do 2º turno, marcado para 25 de outubro, quando Lula e Flávio Bolsonaro disputam a Presidência.





























