Flávio Bolsonaro (PL) e aliados fizeram comícios, caminhadas e motocarreatas em cinco cidades esta semana: Porto Alegre, São Paulo, Fortaleza, Itabaiana (SE) e Carpina (PE). A resposta é aos atos pró-Lula em pelo menos 37 cidades desde o dia 9.
Flávio participou pessoalmente do comício em Porto Alegre, no Largo Glênio Peres, no Centro Histórico, nesta quarta (14). Defendeu propostas de segurança pública, entre elas a redução da maioridade penal.
O ato reuniu quatro governadores aliados: Luciano Zucco (PL), eleito no Rio Grande do Sul; Sergio Moro (PL), eleito no Paraná; Jorginho Mello (PL), reeleito em Santa Catarina; e Tarcísio de Freitas (Republicanos), reeleito em São Paulo.
Nas demais cidades, a mobilização ficou com aliados. Em Fortaleza, o deputado federal André Fernandes (PL-CE) liderou caminhada no bairro Maraponga. Em Itabaiana e Carpina, o candidato a vice-presidente, Alfredo Gaspar (PL-AL), participou de motocarreatas.
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Em São Paulo, Lucas Pavanato (PL-SP), deputado federal eleito, fez ato com alunos da Mackenzie.
Por que a campanha foi para a rua
A resposta de Flávio chega depois de aliados reconhecerem, internamente, que a campanha de Lula avançou nos cenários testados após o 1º turno, quando o senador venceu com 47,03% dos votos válidos contra 45,16% do petista.
A primeira semana após a votação favoreceu Flávio; segundo o PL, agora o "momentum" está com Lula, que já promoveu atos em pelo menos 37 cidades. Entre eles, manifestações estudantis em Minas e outros estados e atos em Brasília e Teresina.
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Diante disso, o coordenador da campanha de Flávio, Rogério Marinho, pediu a deputados e senadores eleitos que reativassem escritórios de campanha. A orientação é intensificar a presença nas ruas e viajar por vários estados até 25 de outubro, evitando Brasília até o dia da votação.
O que acontece agora
Flávio convocou uma manifestação na Avenida Paulista para domingo (18), às 11h, ao lado de Tarcísio de Freitas e do prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB). Caetano Veloso já convocou um ato rival no mesmo dia, no Rio, em defesa da democracia.
O ato na Paulista ocorre uma semana depois de uma manifestação pró-Lula ter ocupado sete quarteirões da mesma avenida.





























