Doze dos 21 governadores já eleitos no 1º turno declararam apoio a Flávio Bolsonaro (PL) no 2º turno da disputa presidencial, marcado para 25 de outubro. Lula (PT) tem o apoio formal de apenas cinco governadores eleitos, todos do Nordeste.

Os 21 estados com governador definido no 1º turno (4/10) se dividem em três grupos: 12 para Flávio, 5 para Lula e 4 ainda sem posição declarada.

Os três maiores colégios eleitorais do país, São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro, têm governador do lado de Flávio.

Entre os governadores que apoiam Flávio estão Tarcísio de Freitas (SP), Cleitinho Azevedo (MG) e Douglas Ruas (RJ), que se reuniu com Flávio assim que virou governador eleito, os três estados com mais eleitores do país.

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Também apoiam o candidato do PL os governadores eleitos do Paraná, Rio Grande do Sul, Rondônia, Roraima, Santa Catarina, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Pará, resultado de articulação que Tarcísio liderou entre partidos de centro-direita.

Do lado de Lula estão os governadores eleitos da Bahia, do Ceará, da Paraíba, do Piauí e de Sergipe, os cinco no Nordeste.

Quatro governadores eleitos de Alagoas, Amapá, Maranhão e Pernambuco ainda não declararam posição.

Flávio já tentou atrair esses governadores neutros, como Raquel Lyra, de Pernambuco.

Como fica a disputa nos estados ainda em 2º turno?

Cinco estados e o Distrito Federal ainda vão a 2º turno para governador, com 12 candidatos na disputa: Acre, Amazonas, Espírito Santo, Rio Grande do Norte e Tocantins. Sete candidatos já declararam apoio a Flávio, e três, a Lula.

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Dois candidatos ainda não se posicionaram. São eles Ricardo Ferraço (MDB), no Espírito Santo, e Allyson Bezerra (União), no Rio Grande do Norte.

No Acre, os dois candidatos ao 2º turno declararam apoio a Flávio. Em outros estados, como o Amazonas, os rivais torcem para lados opostos.

O que acontece agora

O 2º turno presidencial e os turnos estaduais pendentes acontecem no mesmo dia, 25 de outubro. Até lá, governadores eleitos e candidatos devem intensificar a agenda de campanha ao lado dos presidenciáveis, nas semanas finais da corrida.