Movimentos estudantis de universidades públicas de Minas Gerais, como UFMG e Ufop, organizam atos nesta sexta-feira (9) a favor da reeleição de Lula e contra o senador Flávio Bolsonaro. Protestos também estão previstos em outros 12 estados e no Distrito Federal.
Em Belo Horizonte, o Diretório Central dos Estudantes da UFMG, eleita recentemente a 7ª melhor universidade do Brasil, promove ato na Praça Afonso Arinos, no Centro, às 17h, além de um plenário no Campus Pampulha.
Em Ouro Preto, o DCE da Universidade Federal de Ouro Preto convocou uma assembleia geral estudantil para o mesmo dia, em frente à sala do diretório, para discutir os impactos das decisões políticas sobre a educação pública.
Os atos fazem parte de uma mobilização nacional convocada pela UNE (União Nacional dos Estudantes) e outros coletivos, batizada "Estudantes com Lula pelo futuro do Brasil". A campanha prevê assembleias e ações até a véspera do 2º turno, em 25 de outubro.
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Nesta quinta (8), estudantes já haviam ido às ruas do Rio, e outros atos ocorreram no Distrito Federal, em Curitiba e em São Paulo, com apoio de parlamentares do PSOL.
Trabalhador, olha pra cá, eu tô na rua pro seu filho estudar.
O lema foi entoado pela multidão em São Paulo, segundo relatos de estudantes à CNN Brasil. Os participantes defenderam a ampliação da educação pública e a manutenção do programa Pé-de-Meia.
A mobilização, porém, enfrenta tentativas de desmobilização. Um áudio que circula nas redes menciona possibilidade de ações violentas, furtos, roubos e agressões contra manifestantes e danos ao patrimônio das universidades.
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As ameaças foram denunciadas em boletim de ocorrência pelo deputado federal Rogério Correia (PT-MG), que avaliou haver risco de incitação à violência.
"Grupos de oposição tentam impedir a participação dos estudantes nos atos", disse a estudante de relações econômicas internacionais Sara Soares, do coletivo "Juntos!", em entrevista ao Estado de Minas.
O que acontece agora
A UNE prevê novas assembleias nas instituições de ensino e ações em bairros, periferias e estações de transporte nas próximas semanas, mantendo o ritmo de mobilização até a votação de 25 de outubro.





























