O advogado-geral da União, Jorge Messias, convocou neste domingo (18) pelo X integrantes do grupo "Exército do Lula" para atos de campanha no Rio, a uma semana do 2º turno. A mensagem orienta apoiadores a se concentrarem na Candelária e em Copacabana.
No texto, que simula uma ordem de mobilização militar, Messias convoca "soldados, oficiais e demais integrantes" das fileiras do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Os dois pontos de concentração já tinham programação própria. A Candelária recebeu ato com o cantor Chico Buarque, e o Posto 5, em Copacabana, teve o "Ato Musical pela Democracia", convocado por Caetano Veloso, com Djavan, Simone, Marina Sena, João Bosco, Frejat e Fernanda Abreu.
Por que o grupo "Exército do Lula" virou alvo de disputa no TSE?
O canal "Exército do Lula" foi suspenso pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em 11 de outubro, a pedido da campanha de Flávio Bolsonaro (PL), que apontou centenas de posts apagados do grupo antes da decisão.
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A campanha de Flávio citou 219 posts apagados; depois, segundo o deputado André Janones, administrador de páginas de apoio a Lula, o total chegou a 499. O TSE liberou o canal de novo em 15 de outubro, a tempo do 2º turno.
Na mesma semana, o TSE também mandou apagar um vídeo com inteligência artificial publicado pelo próprio Messias em apoio a Lula.
O que está por trás da expectativa de Messias pelo STF?
A convocação reforça a aposta de Messias em nova indicação ao Supremo Tribunal Federal (STF) caso Lula seja reeleito em 25 de outubro. Em maio, o presidente já havia dito que pretende indicá-lo de novo.
Em abril, o Senado rejeitou a indicação de Messias à Corte. Foi a primeira rejeição de um indicado ao STF desde 1894, 130 anos de histórico sem um caso assim.
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A mobilização também avançou fora do Rio. Atos de apoio a Lula tomaram dezenas de cidades neste domingo, a uma semana da votação do 2º turno, em meio à disputa diária entre as campanhas nas redes sociais.
O que acontece agora
Os atos em Candelária e Copacabana entram numa série de manifestações de apoiadores de Lula em capitais nesta reta final, a sete dias da votação do 2º turno, em 25 de outubro.
Flávio Bolsonaro também tem agenda de rua na mesma semana, depois de avanço de Lula nas pesquisas de 2º turno.





























