O PL mudou de posição sobre a carta em que o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) alega fraude nas urnas sem provas. O presidente da sigla, Valdemar Costa Neto, criticou o texto na quinta-feira (29 de outubro) e reconhece a vitória de Lula no 2º turno.
Não gostei. Não gostei.
A frase foi dita por Costa Neto a jornalistas, ao chegar para uma visita autorizada à casa de Jair Bolsonaro, em Brasília.
Reservadamente, dirigentes do partido temem o desgaste da imagem da sigla para as eleições de 2028 e 2030, além do risco de multa do TSE, como ocorreu após a disputa de 2022.
Na carta divulgada dos Estados Unidos, Flávio se autoproclamou "presidente eleito do Brasil" e depois corrigiu para "líder" da nação. O documento, que teve o brasão gerado por inteligência artificial, não apresenta provas de fraude eleitoral.
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O senador Rogério Marinho (PL-RN), coordenador da campanha e líder da oposição no Senado, chamou a troca de termo de "erro na confecção" e disse que o partido não tem provas de fraude nas eleições.
O que dizem os aliados de Bolsonaro?
Aliados que participaram da campanha presidencial reforçaram o apoio às urnas eletrônicas. O governador reeleito de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), disse respeitar o sentimento de Flávio, mas defendeu que "o caminho é respeitar o resultado das urnas e seguir em frente".
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O presidente do TSE, ministro Nunes Marques, foi além. Chamou o pleito de 25 de outubro de "as eleições mais inclusivas da história da República brasileira" e disse que elas "transcorreram dentro da mais absoluta normalidade".
O que acontece agora
O racha expõe a disputa pela liderança da oposição a Lula. O PL já articula um novo nome para representar a oposição.
Flávio permanece nos Estados Unidos e pode ser cassado no Senado por causa da fuga.































