O senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) dedica esta terça-feira (20) a gravações de campanha em São Paulo e Goiânia, sem atos públicos de rua. A agenda ocorre a cinco dias do 2º turno, contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Segundo a assessoria do candidato, a expectativa é que aliados regionais de peso se encontrem com Flávio, como o governador reeleito de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), que o tem acompanhado em agendas pelo país.
Em Goiás, parte da agenda foi uma gravação fechada com cantores sertanejos apoiadores, na fazenda do senador Wilder Morais, presidente do PL no estado, em Nerópolis, na Região Metropolitana de Goiânia.
Por que a disputa está tão apertada
Flávio e Lula foram os mais votados no 1º turno, com uma diferença mínima entre eles. A distância coloca o 2º turno entre os mais disputados das últimas eleições presidenciais.
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A margem apertada explica por que os dois lados tratam cada dia da reta final como decisivo: em algumas cidades, o 1º turno terminou em empate voto a voto.
Em Goiás, Flávio tem o apoio declarado de Ronaldo Caiado, o governador derrotado no 1º turno, embora o partido dele, o PSD, mantenha neutralidade institucional na disputa.
Em São Paulo, Tarcísio articulou apoio partidário a Flávio ainda na primeira semana do 2º turno, reunindo quatro partidos em torno da candidatura.
O que acontece até domingo
Flávio volta a ter agendas públicas na quarta (21), com carreata e comício à noite em Fortaleza. Na sexta (23), ele participa de debate promovido pela TV Globo, no Rio de Janeiro.
No sábado (24), véspera da votação, a campanha prevê carreata pela manhã em Belo Horizonte e outra à tarde no Rio, encerrando na casa de Jair Bolsonaro, na Barra da Tijuca. O deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) coordena a mobilização da campanha no Nordeste.
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"A gente pede para que todos vão para as ruas (...) porque falta pouco para a gente tirar o Brasil do cativeiro do PT", disse Flávio, segundo a Gazeta do Povo.
Lula segue estratégia diferente na mesma reta final. Nesta terça, ele caminha em São Luís pela manhã e faz a travessia Petrolina-Juazeiro à tarde, reforçando presença no Nordeste.
A campanha petista aposta em reduzir a abstenção, sobretudo entre eleitores com mais de 70 anos, para quem o voto é facultativo. Aliados articulam um ato de encerramento em Salvador, no Campo Grande, bastião histórico do PT na Bahia.





























