A senadora Tereza Cristina (PP-MS) afirmou nesta segunda-feira (3), na sede da Fiesp em São Paulo, que ainda pode ser vice na chapa presidencial de Flávio Bolsonaro (PL), mesmo após o Progressistas vetar a aliança na sexta-feira (31/7). "Até a hora final, tem espaço", disse ela, embora reconheça que a chance "diminuiu bastante".
"Tem ainda dois dias, mas eu acho que a chance hoje diminuiu bastante", declarou a senadora. Segundo ela, o partido a informou que manteria a posição de neutralidade na eleição presidencial, e a decisão sobre um eventual acordo cabe ao presidente nacional do PP, Ciro Nogueira: "Isso cabe ao presidente Ciro Nogueira sentar e resolver."
Como começou o impasse?
Na sexta-feira (31/7), o Progressistas comunicou neutralidade na disputa presidencial minutos depois de Flávio Bolsonaro declarar a jornalistas, em evento com vereadores em São Paulo, que Tereza Cristina havia aceitado compor sua chapa. Na ocasião, Flávio disse: "Ela aceitou, mas depende do partido."
Até quando a chapa pode mudar?
O prazo legal para os partidos realizarem convenções e definirem sua posição nas eleições termina em 5 de agosto. O registro definitivo das chapas na Justiça Eleitoral deve ocorrer até 15 de agosto.














