A Copasa (Companhia de Saneamento de Minas Gerais) movimentou 174,5 milhões de m³ de água entre julho e setembro, alta de 1,1% em relação ao mesmo período de 2025. É o primeiro trimestre completo divulgado desde a conclusão da privatização da empresa, em junho.
Os volumes de esgoto cresceram 3,6% no mesmo período, para 123,8 milhões de m³, segundo prévia operacional divulgada nesta sexta-feira (9). As economias de água subiram 1,5% e as de esgoto, 2,5%, na comparação com o 3º trimestre de 2025.
A base de clientes também avançou no período.
As ligações de água somaram 4.848 mil unidades, alta de 1,5%, e as de esgoto chegaram a 3.372 mil, avanço de 1,8%, segundo o portal Visno Invest. No trimestre anterior, a companhia já havia registrado alta nos mesmos indicadores.
Os números são os primeiros divulgados desde a conclusão da privatização da Copasa, em 11 de junho. A Equatorial Energia pagou R$ 5,6 bilhões por 30% das ações da companhia, tornando-se a maior acionista individual.
O governo de Minas Gerais, que detinha 50% da Copasa, passou a ter apenas 5% da empresa, mas manteve o direito de veto em decisões importantes. A oferta total movimentou R$ 8,4 bilhões, a 2ª maior privatização do setor de saneamento do país.
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A Equatorial se comprometeu a universalizar o acesso à água e ao saneamento em Minas Gerais até 2033, segundo o CEO Augusto Miranda.
Em setembro, a própria Equatorial pediu aprovação para poder encerrar o acordo antes do prazo, mediante multa de R$ 50 milhões.
A meta de 2033 é o que vai medir, trimestre a trimestre, se a aposta da Equatorial em Minas Gerais compensa.





























