As equipes de transição do governador Mateus Simões (PSD) e do governador eleito Cleitinho Azevedo (Republicanos) se reúnem na quarta-feira (4 de novembro) para discutir meio ambiente, a oitava reunião temática da transição, marcada por um rombo fiscal bilionário no estado.
A pauta ambiental chega depois de a transição discutir saúde pública e, na terça-feira (3 de novembro), a parceria do estado com a Comunitas. A equipe de Cleitinho sinalizou disposição para mantê-la.
Qual é o desafio fiscal por trás da transição?
O desafio é um rombo fiscal projetado em R$ 10,51 bilhões para 2027, apontado no diagnóstico apresentado na primeira reunião presencial da transição, em 22 de outubro, e que já orienta as prioridades do governo eleito.
Minas Gerais também carrega uma dívida de R$ 188,19 bilhões com a União, o que limita o espaço de manobra do novo governo. A equipe eleita quer ampliar a arrecadação, reduzir despesas e reorganizar a máquina pública.
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Cleitinho venceu a disputa pelo governo de Minas Gerais no primeiro turno, com 55,40% dos votos, e assume o cargo em 6 de janeiro de 2027. Na terça-feira, ele confirmou os dois primeiros nomes do secretariado: Thiago Toscano e Otto Levy.
Toscano deixou a presidência da Itaminas para comandar uma supersecretaria de desenvolvimento econômico. O calendário de reuniões temáticas deixa a área fiscal e a Fazenda estadual só para fevereiro, já sob o novo governo.
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A equipe de transição já somava 26 integrantes em outubro.
O que acontece agora
Depois da reunião de meio ambiente da quarta-feira (4 de novembro), a transição segue com encontros temáticos, enquanto Cleitinho fecha o secretariado com PL, PSD e MDB. A área fiscal e a Fazenda estadual ficam para fevereiro, já sob a gestão de Cleitinho e Falcão.































