Ídolos do futebol e de outras modalidades tentaram vagas no Congresso e nas Assembleias nas eleições deste domingo (4), mas a maioria não conseguiu se eleger. Edmundo, Vanderlei Luxemburgo, Luís Fabiano, Leila do Vôlei e Sarah Menezes estão entre os que ficaram de fora.
Cerca de 26 atletas e ex-atletas se candidataram a cargos no Legislativo em 2026, de acordo com o Poder360. Futebol, vôlei, judô, basquete, natação e até sinuca tiveram representantes na disputa.
Foi um ano em que o total de candidaturas a deputado federal caiu 28% sob a nova cláusula de barreira, o que reduziu o espaço para candidaturas de nicho como a dos atletas.

Quais nomes de peso ficaram fora?
No Rio de Janeiro, Edmundo (PSDB) tentou uma vaga de deputado federal. O ídolo de Vasco e Palmeiras recebeu 35.725 votos e ficou como suplente, segundo o g1.
Em São Paulo, Luís Fabiano (MDB), ex-atacante da Seleção Brasileira, recebeu 9.613 votos na disputa por uma cadeira na Câmara. No Tocantins, Vanderlei Luxemburgo (Podemos) teve 67.987 votos, equivalentes a 4,11%, e também não se elegeu ao Senado.
No Distrito Federal, Leila do Vôlei (PDT) não conseguiu a reeleição ao Senado. A ex-jogadora é medalhista olímpica em Atlanta 1996 e Sydney 2000.
Ela terminou em terceiro lugar, com 686.340 votos (21,25%). As duas vagas do DF ficaram com Michelle Bolsonaro e Bia Kicis, ambas do PL.
Publicidade
No Piauí, a judoca campeã olímpica Sarah Menezes (MDB) recebeu 10.516 votos e ficou na lista de suplentes.
Quem do esporte conseguiu se eleger?
Poucos atletas confirmaram mandato. Danrlei (PSD-RS) foi eleito deputado federal com 105.079 votos. Luiz Lima (Novo-RJ) somou 79.249 votos, e Felipe Sertanejo (PL-SP) venceu a disputa por uma vaga de deputado estadual com 138.277 votos.
O ex-dirigente do Flamengo e ex-vereador do Rio, Marcos Braz, que já havia assumido mandato de deputado federal pelo PSDB em maio, disputou a reeleição e ficou na lista de suplentes, com 18.305 votos.
O que acontece agora
Os candidatos não eleitos que ficaram como suplentes podem assumir a vaga se o titular deixar o cargo, for afastado ou passar a exercer outra função.
A nova legislatura toma posse em 1º de fevereiro de 2027, com renovação de boa parte da bancada em diversos estados.





























