A campanha de reeleição de Lula (PT) concentra os últimos dias antes do 2º turno em eleitores beneficiários do Bolsa Família, segmento que a equipe petista avalia como o de maior potencial para tirar votos do senador Flávio Bolsonaro (PL).
A meta interna da campanha é chegar a 70% de apoio entre beneficiários do programa até a votação de domingo (25). A equipe considera esse patamar suficiente para reverter o resultado do 1º turno, quando Lula foi derrotado por 47% a 45% dos votos.
Pesquisas mais recentes mostram empate técnico entre Lula e Flávio no 2º turno. O governo também anunciou a antecipação do pagamento do Bolsa Família, para que o depósito chegue antes da votação.
A medida segue o movimento identificado dias antes, quando o valor do benefício subiu a 6 dias do 2º turno, e garante que os 50 milhões de beneficiários recebam o pagamento antes de votar.
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A disputa em torno do programa ganhou força depois que a coordenadora econômica da campanha de Flávio, Daniella Marques, defendeu uma transição de dois anos para beneficiários que conseguissem emprego ou abrissem um negócio.
A campanha de Lula passou a explorar a proposta para questionar o compromisso do adversário com o programa. É o segmento em que a campanha vê a maior margem de recuperação depois da derrota no 1º turno.
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A ofensiva busca reverter um padrão identificado na primeira votação: Lula perdeu votos justamente nas cidades mais dependentes do Bolsa Família, segundo levantamento sobre o resultado do 1º turno.
O que acontece agora
O 2º turno ocorre neste domingo (25), das 8h às 17h. O resultado vai mostrar se a aposta da campanha nos beneficiários do programa foi suficiente para reverter o cenário do 1º turno.






























