O Estudiantes, da Argentina, eliminou o Flamengo nos pênaltis por 3 a 2 nesta quinta-feira (22), depois de um empate sem gols no tempo normal, na semifinal da Libertadores disputada no Maracanã, no Rio de Janeiro, e avança à final contra o Palmeiras.
Na disputa de pênaltis, o goleiro uruguaio Fernando Muslera defendeu as cobranças de Jorginho, Lucas Paquetá e Bruno Henrique. Pelo Flamengo, converteram Giorgian De Arrascaeta e Léo Pereira.
Agora é fácil eu estar aqui apontando o dedo. A responsabilidade é sempre do treinador, e os jogadores deram o seu melhor, tanto nos pênaltis quanto no jogo.
A frase é do técnico Leonardo Jardim. Ele também defendeu a escolha dos batedores: "Não é hoje, que sou treinador do Flamengo, que vou ensinar jogadores deste nível, alguns deles com centenas de jogos e muitos pênaltis, como vão bater".
Reportagens do Quenty e do Correio Braziliense apontam que Jardim pode deixar o Flamengo ao fim da temporada, mesmo com título. Não há, porém, anúncio oficial de saída: o técnico segue no cargo, com contrato até 2027.
O adversário na final chegou por caminho parecido: o Palmeiras usou uma "cola" nos pênaltis para eliminar o Fluminense e confirmou, junto do time carioca, o Brasil na decisão da Libertadores.
O país chegou a ter um recorde de sete semifinalistas entre Libertadores e Sul-Americana neste ano. A eliminação do Flamengo tira um dos representantes brasileiros da decisão continental mais importante do continente.
O que acontece agora
O Flamengo volta as atenções para o Brasileirão, onde enfrenta o Atlético-MG em 26 de outubro. A final da Libertadores será em 28 de novembro, no Estádio Centenário, em Montevidéu, entre Palmeiras e Estudiantes.































