O presidente Lula (PT) citou o caso de uma menina morta por um PM em Niterói, em 2021, para pedir que mulheres não votem em Flávio Bolsonaro (PL) no 2º turno. A declaração veio em ato em Copacabana (RJ) neste sábado (24), véspera da votação.
A menina foi atingida por um disparo enquanto brincava em frente de casa com o irmão de 2 anos, e morreu no hospital. O policial foi denunciado por homicídio e ainda não foi julgado.
Flávio recorreu ao STJ em 2024 para tentar impedir que o policial fosse a júri popular, mas o recurso foi rejeitado. O julgamento, marcado para 21 de outubro, foi adiado para 5 de maio de 2027.
O que Lula disse em Copacabana?
Sem citar Flávio nominalmente, Lula fez referência a "colocar um miliciano dentro do Palácio do Planalto" e criticou a resposta do senador no debate da Globo, na sexta (23). "Vocês viram o cinismo dele ao falar da morte da menina", declarou o presidente.
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No debate da Globo, Flávio respondeu: "Tenho a confiança de que não foi esse policial que deu esse tiro". Antes, no debate da Band, já havia dito: "Você não pode criminalizar a advocacia, Lula", ao defender sua atuação de advogado.
O TSE vetou publicações que chamavam Flávio de defensor de "assassino de criança".
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O que acontece agora
A Datafolha de 22 de outubro mostrava Lula e Flávio tecnicamente empatados. O julgamento do PM ficou para maio de 2027.
Ativistas espalharam faixas sobre o caso em pontos turísticos de São Paulo e do Rio neste sábado (24). A disputa em torno do caso ocupou os dois últimos debates presidenciais antes da votação de domingo.
A votação do 2º turno é neste domingo (25), das 8h às 17h.































