A ginasta brasileira Flávia Saraiva disputa neste domingo (25), às 9h (de Brasília), a final da trave no Mundial de ginástica artística de Roterdã. Ela classificou em 3º, com 14,400 pontos, e aposta numa série mais difícil para brigar por medalha.

A prova fecha a participação do Brasil no Mundial, um dia depois do tricampeonato de Rebeca Andrade no salto.

Três dias antes, na final do individual geral, Flávia e Lorrane haviam caído da trave e ficado fora do Top 10. A queda não tirou a brasileira do páreo pela medalha no aparelho, seu ponto mais forte.

Por que a trave é o aparelho mais disputado?

A trave tem o nível mais alto de disputa no Mundial, puxado pelas chinesas. Zhang Qingying, atual campeã mundial, liderou a classificatória com 15,100 pontos, seguida por Qiu Qiyuan, com 14,966.

Flávia ficou em 3º mesmo simplificando a sequência acrobática: ela caiu no individual geral e não arriscou aumentar a nota de dificuldade. "Estou tentando fazer a série mais difícil possível, porque a gente sabe o quão disputada tá essa trave", disse a ginasta.

Medalhista olímpica por equipes em Paris 2024, Flávia é especialista na trave desde a base. Esta é sua terceira final de trave em Mundiais. Em setembro, ela já havia sido ouro nas barras assimétricas na Copa do Mundo.

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O que acontece agora

Flávia será a 7ª a se apresentar na final, neste domingo (25), às 9h de Brasília. Depois dela, só restará Zhang, a atual campeã mundial, o que dá a Flávia a vantagem de saber a nota necessária para o pódio antes de competir.

A final tem transmissão ao vivo pelos canais Sportv.