O Santa Cruz vai priorizar jogadores de ligas alternativas no exterior, como as da Ásia e do Leste Europeu, na montagem do elenco profissional para a temporada de 2027. A informação é de apuração do ge, com fontes dentro do clube pernambucano.
O clube busca atletas polivalentes, capazes de jogar em mais de uma posição. Boa parte desses jogadores chegaria ao Arruda com números razoáveis no exterior, mas pouca experiência em clubes brasileiros.
Os responsáveis pelo departamento de mercado da SAF, Thairo Arruda, Danilo Caixeiro e Raphael Rezende, apostam que esse tipo de contratação pode valorizar os atletas na vitrine da Série B, competição em crescimento.
O espelho é o Botafogo de Textor?
A estratégia lembra o que a gestão de John Textor fez no Botafogo. O clube carioca trouxe nomes com passagem recente por ligas estrangeiras, como o meia Eduardo, com currículo no futebol saudita e europeu, e o atacante Tiquinho Soares, que fez carreira em Portugal.
Outros reforços do Botafogo naquela época também vieram de fora: Thiago Almada (Atlanta), Luiz Henrique (Betis), Igor Jesus (Al Ahli), Savarino (Real Salt Lake) e Gregore (Inter Miami), entre outros.
Parte da equipe de mercado do Santa Cruz tem ligação com o modelo do Botafogo: um grupo com passagem pela SAF carioca chegou a negociar a compra da SAF do clube pernambucano, ainda em maio.
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A ideia é puxar a média de idade do elenco para baixo, com jogadores jovens e pouco conhecidos do público. O objetivo é que eles se valorizem em campo e sejam vendidos depois.
Isso não impede a chegada de reforços mais experientes em ligas nacionais.
O que acontece agora
O clube também observa jogadores da segunda metade das tabelas da Série A e da Série B do Brasileiro. Para peças de maior impacto, o Santa Cruz pretende investir cerca de R$ 200 mil em salário mensal.































