Os cinco candidatos ao governo da Paraíba já declararam R$ 18,5 milhões em despesas de campanha à Justiça Eleitoral, segundo dados do TSE. Cícero Lucena (MDB) lidera os gastos, com R$ 6,45 milhões, seguido do reeleito governador Lucas Ribeiro (PP), com R$ 6,37 milhões.
| Candidato | Gastos declarados | Arrecadação |
|---|---|---|
| Cícero Lucena (MDB) | R$ 6.450.760,97 | R$ 5.888.000,00 |
| Lucas Ribeiro (PP) | R$ 6.372.769,35 | R$ 7.618.673,00 |
| Efraim Filho (PL) | R$ 5.708.214,47 | R$ 6.894.800,00 |
| Yuri Ezequiel (UP) | não registrou | R$ 20.628,00 |
| Camilo Duarte (PCO) | não registrou | não registrou |
A prestação de contas do primeiro turno foi cadastrada pelos candidatos após o dia 5 de outubro. O balanço final ainda pode mudar: três concorrentes apresentaram apenas valores parciais, com prazo até 3 de novembro para o registro completo.
O maior gasto individual de Cícero Lucena foi R$ 2,58 milhões em serviços prestados por terceiros. Lucas Ribeiro, por sua vez, usou R$ 1,06 milhão para impulsionar conteúdo nas redes.
Como Lucas Ribeiro arrecadou mais que o limite de gastos
Lucas Ribeiro foi quem mais teve recursos disponíveis para a campanha: arrecadou R$ 7,6 milhões, mais do que o limite de gastos de R$ 7,1 milhões fixado pela Justiça Eleitoral.
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Mais da metade do valor, R$ 7,5 milhões, veio do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC), repassado pelo partido. Ele também recebeu R$ 30 mil em doação de pessoa física e R$ 7,5 mil de recursos próprios doados pela vice Lígia Feliciano.
Antes da eleição, Lucas Ribeiro já despontava como favorito: em 22 de setembro, uma pesquisa já o mostrava com 49% das intenções de voto e liderança isolada na disputa pelo governo.
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O que acontece agora
Reeleito, Lucas Ribeiro já afirmou que vai deixar a disputa partidária de lado para governar o estado, segundo entrevista dada dias após o resultado.
Até 3 de novembro, Efraim Filho, Yuri Ezequiel e Camilo Duarte precisam completar a prestação de contas na Justiça Eleitoral.
A concentração de gastos entre poucos candidatos também apareceu em outros estados: em Pernambuco, dois candidatos somaram 96% de todo o gasto de campanha para o governo.





























