O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, comparou neste sábado (24) a operação logística das eleições brasileiras ao Super Bowl. A fala foi dirigida a representantes de 49 países, na véspera do 2º turno de domingo (25).
A fala ocorreu na abertura do seminário Programa de Convidados Internacionais, na sede do TSE em Brasília, que reuniu embaixadores, representantes de organismos internacionais e integrantes de missões de observação eleitoral.
"Quando falamos da estrutura das eleições brasileiras, não estamos falando apenas da preparação de mais de 500 mil urnas eletrônicas. Estamos falando de uma das maiores operações de tecnologia e logística eleitoral do mundo", disse Nunes Marques.
Podemos compará-lo a um dos maiores eventos esportivos dos Estados Unidos: o Super Bowl. Se aquele espetáculo exige uma operação tecnológica e logística de enorme complexidade, a eleição brasileira mobiliza uma estrutura ainda maior.
O ministro citou os 125,2 milhões de eleitores que compareceram às urnas no 1º turno, número que superou o registrado na etapa equivalente de 2022. O Super Bowl de 2026, o mais assistido da história do evento, teve 135,4 milhões de telespectadores simultâneos.
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Segundo Nunes Marques, o sistema de votação recebeu avaliações positivas de missões internacionais da OEA, do Parlasul, do Centro Carter e da Uniore.
As entidades reconheceram a capacidade operacional da Justiça Eleitoral e a transparência da apuração, segundo o ministro, em meio ao esforço do TSE para blindar a credibilidade do pleito.
O evento reuniu 47 representantes de outros países e organizações, incluindo União Europeia, Liga dos Estados Árabes e um representante dos Estados Unidos. O TSE destacou que o país tem mais de 158 milhões de eleitores aptos a votar.
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As missões internacionais que acompanharam o 1º turno registraram que a votação transcorreu de maneira tranquila e organizada, sem identificação de incidentes.
A fala reforça posição que Nunes Marques já havia defendido publicamente: em agosto, ele disse que desacreditar das urnas é "desconvidar o eleitor". O TSE também liberou 140 observadores internacionais para acompanhar esta eleição.
O que acontece agora
O 2º turno acontece neste domingo (25), quando parte das urnas passa por um teste de integridade por auditoria, comparando o voto eletrônico com cédulas de papel. O resultado da eleição deve sair na noite de domingo.































