Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) chegam ao 2º turno deste domingo (25) com propostas opostas para a educação. Lula quer ampliar o Pé-de-Meia e os Institutos Federais; Flávio aposta no método fônico e em vouchers para a rede privada.
O que cada um propõe
Lula defende o Compromisso Nacional Criança Alfabetizada, a expansão do ensino em tempo integral e dos Institutos Federais, cotas para a população negra e quilombola, e ensino técnico em parceria com o setor privado.
Promete ainda uma versão do Pé-de-Meia para o ensino superior: o Pé-de-Meia Universitário pagaria até R$ 10 mil ao fim do curso.
Flávio defende o método fônico para alfabetização, mais escolas cívico-militares e o fim do que chama de doutrinação político-partidária em sala de aula. Propõe também vouchers para famílias matricularem os filhos na rede privada quando faltar vaga pública.
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O Pé-de-Meia já é um programa em operação, não uma proposta nova: paga até R$ 9,2 mil por aluno ao longo do ensino médio e já atendeu cerca de 4 milhões de estudantes da rede pública.
| Tema | Lula (PT) | Flávio Bolsonaro (PL) |
|---|---|---|
| Alfabetização | Compromisso Nacional Criança Alfabetizada | Método fônico |
| Ensino médio | Pé-de-Meia e tempo integral | Escolas cívico-militares |
| Ensino superior | Pé-de-Meia Universitário (até R$ 10 mil) | Parceria com o setor privado |
A diferença de fundo não é só de método: é sobre o papel do Estado na escola, entre ampliar programas públicos existentes ou abrir caminho para a rede privada. Nos temas de economia e segurança, as propostas dos dois candidatos também divergem.
O que acontece agora
A votação no Brasil começa às 8h deste domingo (25). O resultado define qual desses dois planos de governo vai orientar a Presidência a partir de 2027.































