Em sete eleições presidenciais que foram a 2º turno desde a redemocratização, de 1989 a 2022, o candidato que liderou o 1º turno venceu a disputa final em todas elas. A série nunca teve uma virada, segundo levantamento do Poder360.
Como foi em cada eleição
Em todas as sete eleições com segundo turno desde 1989, o nome que liderou a primeira etapa confirmou a vitória na etapa final, mesmo quando venceu por margem apertada, como em 2022.
| Ano | Líder no 1º turno | Resultado no 2º turno |
|---|---|---|
| 1989 | Fernando Collor, 30,48% | Venceu com 53,03% |
| 2002 | Lula, 46,44% | Venceu com 61,27% |
| 2006 | Lula, 48,61% | Venceu com 60,83% |
| 2010 | Dilma Rousseff, 46,63% | Venceu com 56,05% |
| 2014 | Dilma Rousseff, 41,59% | Venceu com 51,64% |
| 2018 | Jair Bolsonaro, 46,03% | Venceu com 55,13% |
| 2022 | Lula, 48,43% | Venceu com 50,90% |
A margem de vitória no 2º turno variou bastante: de quase 23 pontos percentuais em 2002 a menos de 2 pontos em 2022, a eleição mais apertada da série.
O padrão não é uma garantia matemática. É apenas o que aconteceu nas sete vezes em que o Brasil escolheu presidente em dois turnos desde a Constituição de 1988.
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A regra não é internacional. Na América do Sul, há viradas recentes no 2º turno, como as eleições de Javier Milei na Argentina e José Antonio Kast no Chile, ambos atrás no 1º turno e vencedores no 2º.
O 1º turno de 2026 aconteceu em 4 de outubro. Para saber quem vence hoje, vale a regra de sempre: maioria simples dos votos válidos, sem precisar de um número mínimo de votos.
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O que esperar hoje
A votação dos dois candidatos à Presidência acontece ao longo deste domingo. A apuração do 2º turno começa só depois do fechamento das urnas no Brasil.
Só os números de hoje vão dizer se a série de sete eleições sem virada continua ou chega ao fim.































