O projeto Brasil 6G reuniu representantes de 13 instituições em Santa Rita do Sapucaí (MG), entre 20 e 22 de outubro, para o 4º workshop do programa, com 22 palestrantes e a apresentação de 9 projetos práticos na Fazenda Delta.
O programa tem como objetivo desenvolver tecnologias, formar pesquisadores e orientar a construção das redes móveis de 6ª geração no Brasil, segundo a Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP).
O Brasil 6G é coordenado pela RNP, com execução conjunta do Instituto Nacional de Telecomunicações (Inatel) e da CPQD, além de 8 universidades brasileiras parceiras. O Inatel, sediado em Santa Rita do Sapucaí, foi o anfitrião do encontro.
O programa é financiado com recursos da Lei de TICs, dentro do programa Internet Avançada PPI, com apoio do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). Está na 3ª fase: a 4ª começa em março de 2027 e deve durar dois anos.
Entre as aplicações demonstradas no workshop estão detecção de incêndio por análise de imagem, monitoramento de lavoura por drones, controle remoto de irrigação e soluções de conectividade para áreas remotas. Ao todo, nove projetos foram apresentados na Fazenda Delta, perto do Inatel.
Desde 2021, o projeto já soma 181 artigos em periódicos, 166 trabalhos em conferências, 10 teses e 46 dissertações. São ainda 27 protótipos e 2 patentes registradas no período.
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É nessa fase de testes que o país decide quais aplicações do 6G valem a pena escalar, antes de qualquer leilão de espectro. A Anatel já abriu consulta sobre o leilão do 6G sem aval prévio do governo.
O que acontece agora
O workshop também marcou a chegada de nova infraestrutura computacional: 16 GPUs Nvidia H200, que vão atender primeiro os pesquisadores do Brasil 6G e, depois, outros usuários do sistema da RNP.































