O técnico Fernando Diniz vive pressão no comando do Corinthians depois de cinco derrotas seguidas, quatro delas no Campeonato Brasileiro e uma na Copa Libertadores da América. Com a sequência negativa, o clube caiu para a 14ª posição da tabela, com 32 pontos.
A quinta derrota veio de Memphis perder pênalti decisivo e o Corinthians cair da Libertadores para o Estudiantes, da Argentina.
A diretoria não pretende demitir Diniz de imediato, mas reconhece que uma sequência ruim nos próximos jogos, a começar pelo confronto com o Fluminense, tornaria a situação dele insustentável no CT Joaquim Grava.
Internamente, o elenco reclama de um ambiente político conturbado no clube e de atrasos salariais para os jogadores mais jovens, segundo apuração do site eOTimeDoPovo.
A crise já levou a torcida organizada a cobrar o elenco no CT. A memória de uma passagem recente e vitoriosa torna o nome cotado ainda mais tentador para a diretoria.
O principal cotado para assumir é Ramón Díaz, que já treinou o Corinthians e foi campeão paulista pelo clube.
Segundo o jornalista Tiago Rodrigues, do site UAI, o argentino e o filho, o também treinador Emiliano Díaz, aceitariam facilmente um contrato curto até o fim do ano.
"Vários jogadores do Corinthians seguem com uma boa relação com os dois, e até hoje trocam mensagens", diz Rodrigues, citando o vínculo de Ramón Díaz com o elenco atual.
Como plano B, a diretoria corinthiana também observa o português Luís Castro, recém-demitido do Grêmio depois de um trabalho elogiado à frente do Botafogo. Segundo o jornalista Samir Carvalho, Luís Castro "é um nome que agrada a cúpula corinthiana".
O Corinthians não está sozinho nessa crise. O Brasileirão já teve 17 técnicos demitidos nesta temporada. Enquanto o nome do próximo treinador não se define, Diniz segue no comando e tenta reverter a sequência negativa contra o Fluminense.





























