O boliviano Erwin Rodriguez Ochoa, 27 anos, foi morto a facada na noite de domingo (18) ao reagir a uma tentativa de roubo de celular na Avenida Celso Garcia, no Brás, região central de São Paulo, segundo a Polícia Militar.
Erwin havia chegado à capital paulista duas semanas antes em busca de trabalho.
Segundo um amigo que estava com ele, cinco pessoas cercaram os dois e um dos suspeitos tentou levar o celular. Erwin guardou o aparelho no bolso e foi atingido por uma facada. O grupo fugiu sem levar nada.
Erwin não resistiu aos ferimentos e morreu no local.
O amigo que estava com Erwin pediu socorro, e o Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) foi acionado. A morte, porém, foi constatada ainda no local, segundo a Folha de S.Paulo.
A perícia foi acionada e o caso foi registrado como tentativa de latrocínio no 8º DP (Brás), segundo a Folha de S.Paulo. A Polícia Civil faz diligências para identificar os autores, segundo nota da Secretaria da Segurança Pública (SSP-SP).
Um dia antes, outro caso de violência por causa de celular chamou atenção na cidade. O violoncelista austríaco Stephan Koncz, da Filarmônica de Berlim, foi agredido por dois homens na Alameda Santos, na região da Avenida Paulista.
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Ele estava em São Paulo para concertos beneficentes da orquestra em prol da Associação TUCCA, que atende crianças com câncer.
Dois homens tentaram roubar o celular que ele usava, mas Koncz correu atrás dos suspeitos e gritou por ajuda. Policiais e guardas municipais que passavam pelo local prenderam a dupla e recuperaram o celular; o músico ficou ferido nas mãos.
Os dois casos aconteceram em meio a uma onda de roubos e furtos de celular na capital paulista. O número desses crimes caiu 8% neste ano em comparação com 2025.
Os dois ataques, a um dia de diferença, mostram que o problema persiste apesar da queda nos números.
Na mesma segunda-feira (19), cerca de 100 celulares roubados ou furtados foram devolvidos aos donos na sede do Ministério Público de São Paulo. Os aparelhos haviam sido apreendidos em uma operação conjunta que desmontou uma máfia do celular roubado na cidade, em setembro.
O que acontece agora
A Polícia Civil, por meio do 12º Distrito Policial (Pari), segue em diligências para identificar, localizar e prender os envolvidos no crime, segundo o UOL. O caso segue registrado como tentativa de latrocínio no 8º DP do Brás.





























