O atacante Memphis Depay afirmou, em entrevista na terça-feira (3 de novembro), estar pronto para o clássico contra o São Paulo, na quarta-feira (4 de novembro), às 21h30, na Vila Belmiro. Ele se recupera de um edema no bíceps femoral da coxa direita.

"Eu estou pronto para jogar. Quanto eu posso jogar, tem que perguntar para o técnico. Eu não sou médico. Estou pronto para atuar pelo time", disse Memphis, em entrevista no CT Joaquim Grava.

O jogador afirmou ter conversado com a comissão técnica sobre a reta final da temporada. "Eu tenho um plano muito bom para tudo isso, eu quero voltar", completou.

Como Memphis vê o momento do Corinthians

Memphis comparou a crise atual à situação que encontrou quando chegou ao clube, em 2024, para ajudar a equipe a escapar do rebaixamento. "É a mesma situação de quando eu cheguei, dois anos atrás", disse.

O Corinthians está bem, o Corinthians tem essa força dos fãs, a força do Corinthians vem dos torcedores. São os fãs que tornam o time tão grande.

O atacante também elogiou o técnico Clarence Seedorf, contratado em outubro. "Vejo muitas mudanças positivas na atitude das pessoas (...) Ele é peça importante nesse quebra-cabeça de colocar o Corinthians no lugar dele", afirmou.

Sobre sua fase pessoal, marcada por lesões e poucos gols na temporada, Memphis disse: "Vamos focar naquilo que eu sei fazer melhor: que é marcar gols. Aceito e respeito a crítica dos torcedores, eu também faço."

O que está em jogo no Majestoso

O Corinthians ocupa a 17ª colocação, com 36 pontos, dentro do Z4 do Campeonato Brasileiro. O risco de queda já havia passado de 40% em outubro. O Mirassol, primeiro fora da zona, tem 37 pontos, uma posição à frente.

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A possível volta de Memphis já havia sido projetada por Seedorf antes do clássico, como o próprio técnico adiantou na semana passada. Seedorf estreou no comando com derrota de virada para o Vasco, que empurrou o time para o Z4.

O clube também intensificou a exposição de jogadores e dirigentes à imprensa, como parte da estratégia para administrar a crise institucional.

Oito jogadores, o gerente de futebol Júlio César e o próprio Seedorf foram escalados para falar em quatro coletivas na última semana.