O esquema de segurança do Rock in Rio 2026 foi apresentado nesta sexta-feira (28), no Centro Integrado de Comando e Controle da Polícia Militar do Rio de Janeiro. Serão 7.680 agentes ao longo dos sete dias de festival, que começa em 4 de setembro na Cidade do Rock, no Parque Olímpico.
O efetivo reúne 4.500 policiais militares, 1.740 policiais civis, 600 militares do Corpo de Bombeiros, 700 agentes da Operação Lei Seca e 140 do programa Segurança Presente.
A novidade é o controle de drones
Pela primeira vez, o esquema conta com uma estrutura de controle aéreo dedicada a identificar e monitorar drones que sobrevoarem a área do festival sem autorização.
A organização estima público de 100 mil pessoas por dia, das quais 49% vêm de fora do Rio de Janeiro.
O plano também prevê 10 pontos de fiscalização da Operação Lei Seca na região metropolitana e, dentro da Cidade do Rock, 6 postos médicos e 16 ambulâncias.
Segundo Gustavo Mostofi, diretor de Relações Institucionais da Rock World, empresa organizadora do evento, a estrutura foi pensada para dar conta do volume de público em todos os dias de shows.
Chama atenção que o efetivo de 2026 seja um pouco menor do que o de 2024, mesmo com a tecnologia nova. A edição passada mobilizou mais de 8 mil agentes, sendo 5.200 da Polícia Militar e 1.675 da Polícia Civil, alta de 30% sobre 2022.
As fontes oficiais não detalham o motivo da redução do efetivo neste ano.
O que acontece agora
O festival abre os portões em 4 de setembro e segue por sete dias na Cidade do Rock. A venda extraordinária de ingressos já havia sido aberta em agosto para completar a lotação dos dias de shows.


























