O judoca mato-grossense Neymar Daniel Alves, de 16 anos, conquistou a medalha de bronze nos Jogos da Juventude 2026, disputados em Foz do Iguaçu (PR). Natural de Cuiabá, ele garantiu o pódio na categoria até 90 kg após seis combates, segundo o ge.

Na disputa que valeu a medalha, Neymar venceu Henry Schotten, de Rondônia, por ippon, golpe que encerra a luta de imediato. O cuiabano teve apenas uma derrota na campanha, nas quartas de final, antes de avançar até o bronze.

Por que o nome chama atenção?

O nome do atleta é uma homenagem dupla. O pai, Izaías Alves, se inspirou no craque Neymar ao acompanhar jogos do Santos, antes de o filho nascer em 2010.

"Eu fui assistindo jogos do Santos, me encantei com o Neymar, aí eu falei que meu filho ia ser um craque", contou Izaías ao ge.

O cartório não permitiu o sobrenome completo que o pai queria registrar. "Ele deu o papel para a mulher do cartório identificando o nome que ele queria, e ela falou que não podia", lembrou a mãe, Cristiane Alves.

O resultado juntou Neymar e Daniel Alves, companheiros de seleção brasileira, Barcelona e PSG, no mesmo registro.

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O que acontece agora

Apesar do nome ligado ao futebol, Neymar encontrou no judô o caminho no esporte de alto rendimento. O resultado em Foz do Iguaçu reforça a base que o judô brasileiro vem formando de olho nos próximos ciclos olímpicos.

A nova geração chega em meio a resultados mistos do time principal. Rafaela Silva e David Lima caíram na estreia do Mundial de Judô em outubro, e Beatriz Souza também estreou sem medalha na competição.