A final da Libertadores 2026 está definida entre Palmeiras e Estudiantes, e a decisão vale mais do que a taça. Brasil e Argentina estão empatados com 25 títulos cada na história da competição, e o vencedor assume a liderança isolada do ranking.
O Estudiantes eliminou o Flamengo nos pênaltis, nesta quinta-feira (22), no Maracanã, depois de um novo 0 a 0. O resultado encerrou a tentativa do Flamengo de igualar um feito raro na história da taça.
Um dia antes, o Fluminense venceu o Palmeiras mas caiu nos pênaltis no Nubank Parque, garantindo a vaga do time paulista na decisão.
O que está em jogo além do título
Os clubes brasileiros venceram as últimas sete edições da Libertadores. A última vez que um time argentino foi campeão foi em 2018, quando o River Plate superou o Boca Juniors em dois jogos.
Desde que as finais passaram a ser decididas em jogo único, nove clubes diferentes chegaram à decisão: sete brasileiros e apenas dois argentinos, River Plate e Boca Juniors. Das últimas seis finais, cinco foram só entre brasileiros.
O Estudiantes tenta voltar a ser campeão depois de 27 anos sem o título, que já venceu em 1968, 1969, 1970 e 2009. O Palmeiras busca o tetracampeonato, o que igualaria o Flamengo como maior campeão brasileiro da história da taça.
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A decisão também fecha um ciclo: foi no mesmo Centenário que o Estudiantes ergueu seu primeiro título, em 1968, e agora tenta repetir a façanha 58 anos depois.
O que acontece agora
A final acontece no dia 28 de novembro (sábado), no Estádio Centenário, em Montevidéu, no Uruguai. A Conmebol ainda não divulgou o horário da partida.
O campeão leva US$ 25 milhões (cerca de R$ 125 milhões), e o vice-campeão fica com US$ 7 milhões (cerca de R$ 35 milhões). No Rio, a eliminação deixou o técnico do Flamengo visivelmente abalado: Jardim falou em "frustração grande" após o apito final.































