A Vivo anunciou parceria com a Starlink para testar conexão de smartphones comuns à internet via satélite, sem custo durante o período de testes. O serviço, batizado de Vivo Satélite, usa a tecnologia Direct to Device (D2D), que dispensa antena externa.
A autorização da Vivo para operar a tecnologia D2D é temporária e vale até 22 de abril de 2029. O preço do serviço no celular ainda não foi definido; hoje, a Starlink cobra apenas nos planos de viagem.

Além da Vivo, outras empresas já se movimentam no setor. A Brisanet, a Unifique e a iez fecharam acordo para oferecer satélite no celular.
Em outubro, a Anatel liberou espectro para a Starlink, decisão que derrubou as ações de TIM e Vivo na bolsa.
Para quem já usa satélite em casa, a Starlink tem planos residenciais a partir de R$ 189 por mês (100 Mbps) e de R$ 249 para velocidades acima de 400 Mbps.
Para empresas, os preços vão de R$ 245 a R$ 14.520 mensais, dependendo do volume de dados e da cobertura contratada.
O equipamento de recepção é vendido à parte: de R$ 1.199, no modelo Mini, a R$ 2.400, no modelo Padrão, antes de promoções.
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Quais outras empresas oferecem satélite no Brasil
Além da Starlink, a HughesNet (Hughes do Brasil) atende sobretudo áreas rurais, com instalação de antena e modem por técnicos. A Viasat tem cobertura mais limitada, com velocidades de até 35 Mbps, e a Claro oferece o serviço só para empresas.
A Vivo já havia testado a conexão direta por satélite em agosto, antes de anunciar a parceria oficial com a Starlink.
O que acontece agora
A Starlink ainda não informou se vai cobrar separadamente pelo serviço no celular ou se o custo ficará por conta das operadoras parceiras. O mercado brasileiro de internet via satélite segue em expansão, com mais empresas testando a tecnologia D2D.































