Um prédio de quatro andares desabou na noite de sexta-feira (6 de novembro) na rua Maria Joaquina, no Brás, região central de São Paulo. Ao menos 17 pessoas foram resgatadas com ferimentos leves, e o Corpo de Bombeiros buscava outras possíveis vítimas sob os escombros.
O prédio funcionava como loja de tecidos e estava sendo abastecido por trabalhadores no momento em que a estrutura caiu, segundo testemunhas ouvidas pela reportagem do Metrópoles. Segundo a Polícia Militar, o desabamento ocorreu por volta das 18h38.
A Polícia Militar chegou a falar em 25 vítimas no local, número que as autoridades não confirmaram. O Corpo de Bombeiros mobilizou inicialmente 48 homens e 16 viaturas, reforçados depois para 51 agentes e 17 viaturas.
Cães farejadores foram usados para tentar descartar a existência de outras vítimas nos escombros. Cerca de 20 pessoas chegaram a ficar retidas num cômodo cuja laje não foi atingida pelo desabamento, e foram retiradas em segurança.
Não havia mortes confirmadas até o fechamento desta matéria.
Esse tipo de desabamento é comum em São Paulo?
O desabamento do Brás é pelo menos o terceiro caso do tipo na cidade em pouco mais de dois meses. Em setembro, um prédio embargado desabou na Penha e matou duas mulheres.
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O balanço daquele caso da Penha depois subiu para cinco mortos, e os donos da obra foram presos.
Mais recentemente, um muro desabou no Parque do Carmo, em 2 de novembro, e matou uma mulher de 80 anos.
O que acontece agora
O Corpo de Bombeiros mantinha a área isolada e seguia os trabalhos de busca e salvamento na noite da sexta-feira, com cães farejadores percorrendo os escombros em busca de outras vítimas. A Polícia Militar ainda não havia divulgado um balanço oficial definitivo.






























