O Atlético-MG não conseguiu furar a defesa do Juventude e ficou no 0 a 0 neste sábado (1º), na Arena MRV, em Belo Horizonte, no jogo de ida das oitavas de final da Copa do Brasil. Sem vantagem construída em casa, o Galo terá de decidir a vaga fora de seus domínios.
O confronto se encerra na terça-feira (4), às 19h30, desta vez com mando de campo do Juventude.
A defesa que o Galo não furou
O Juventude chegou a Belo Horizonte com o melhor sistema defensivo da Série B: 12 gols sofridos em 20 partidas, marca que dividia com o Criciúma antes desta rodada. No critério de jogos sem sofrer gols, o Juventude levava vantagem — eram 14 partidas com o gol intacto, contra dez do rival catarinense.
Do lado atleticano, a expectativa de gol estava concentrada em Bernard, Victor Hugo e Cassierra, os artilheiros do time na temporada, com cinco gols cada. Os três começaram jogando. Eduardo Domínguez escalou o Atlético no 4-3-3, com Everson; Natanael, Ruan, Lyanco e Renan Lodi; Tomás Pérez, Maycon e Victor Hugo; Bernard, Cassierra e Dudu.
Ao longo do jogo, o treinador argentino mexeu quatro vezes: Preciado entrou no lugar de Natanael, Minda substituiu Maycon, Igor Gomes assumiu a vaga de Bernard e Cuello entrou por Dudu. O centroavante Thiago Borbas, anunciado como reforço na quinta-feira (30) e já registrado no Boletim Informativo Diário da CBF, foi relacionado e permaneceu no banco.
Barbieri escalou o Juventude no 3-4-3
O Juventude, comandado por Maurício Barbieri, entrou em campo com Jandrei; Gabriel Pinheiro, Titi e Marcos Paulo; Aderlan, Lucas Mineiro, Raí Silva e Patryck; Fábio Lima, Alisson Safira e MP. As alterações do Juventude foram Nathan Santos, Diogo Barbosa, Luis Mandaca e Alan Kardec.
A partida foi apitada por Fernando Antonio Mendes de Salles Nascimento Filho, auxiliado por Bruno Raphael Pires e Alessandro Alvaro Rocha de Matos. Paulo Belence Alves dos Prazeres Filho atuou como quarto árbitro.
Mais cedo neste sábado, Vasco e Fluminense também ficaram no 0 a 0 na ida das oitavas.














