O técnico Carlo Ancelotti concedeu coletiva de imprensa em Lille, na França, nesta segunda-feira (17), véspera do amistoso entre Brasil e Tunísia. Ele comentou a repercussão de Neymar, fora da lista de convocados, e disse estar aberto a seguir no comando da Seleção depois de 2026.
"Pensava que o Neymar era só um tema no Brasil, mas vejo que é mundial", disse o treinador.
Neymar não está entre os 26 convocados para os amistosos contra Senegal e Tunísia, os primeiros da Seleção desde a eliminação do Brasil na Copa do Mundo, em julho, pela Noruega.
A Noruega venceu por 2 a 1, com dois gols de Erling Haaland. Neymar descontou nos acréscimos, cobrando pênalti.
A lista de 26 convocados para os amistosos trouxe as voltas do atacante Vitor Roque e do meio-campista Fabinho, além da estreia do lateral-esquerdo Luciano Juba, do Bahia.
"Não conversamos, mas é possível, sim", disse Ancelotti sobre uma eventual renovação de contrato.
"Me sinto muito bem aqui, não tenho outras ideias que não seja a do momento com o Brasil", completou.
Mudanças no time titular
Para o duelo com a Tunísia, Ancelotti confirmou que Wesley entra na lateral-direita no lugar de Gabriel Magalhães, cortado por lesão. Éder Militão retorna à zaga ao lado de Marquinhos.
O treinador disse que deve manter a formação com quatro atacantes usada no amistoso anterior.
"Eu gostei dessa formação porque a atitude dos jogadores da frente foi boa", afirmou.
Brasil e Tunísia se enfrentam nesta terça-feira (18), às 16h30 (horário de Brasília), na Decathlon Arena, em Lille.


























