Em seu último ato de campanha pela reeleição em Belo Horizonte, o presidente Lula, do PT, acusou Flávio Bolsonaro de "trucar" ao tentar, nesta semana, uma quebra de sigilo. Na mesma aparição, Lula pediu que eleitores ajudem pessoas idosas e com dificuldade de locomoção a chegar às urnas.

A referência ao truco, jogo de cartas popular no Brasil, apareceu mais de uma vez no discurso como forma de provocar o adversário em torno do episódio da quebra de sigilo.

Pedido para levar idosos às urnas

Lula pediu que a militância se mobilize para ajudar quem tem mais de 70 anos ou dificuldade de transporte a votar, mesmo quando o voto já não é obrigatório para essa faixa etária.

"Se a pessoa estiver a 70 anos e dizer que não precisa votar mais, você tem que dizer que a vida não acaba aos 70", disse Lula, completando que a vida começa aos 80.

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Entre o público que aguardava o candidato à reeleição estava a aposentada Ana Maria Lana, de 78 anos, que faz questão de votar mesmo com o voto facultativo na idade.

"Lula é grande, Lula é gigante, ele vai conseguir", declarou a eleitora.