Sete organismos internacionais acompanham neste domingo (25) o segundo turno das eleições presidenciais no Brasil: Carter Center, Liga dos Estados Árabes, OEA, Parlasul, Rojae-CPLP, União Europeia e Uniore. Eles vão observar a votação, a apuração e produzir relatórios com recomendações após o pleito.
No primeiro turno, em 4 de outubro, o TSE credenciou mais de 140 observadores das mesmas sete entidades.
A OEA liderou a maior delegação no 1º turno, com 91 observadores de 23 países, sob a chefia do chileno José Miguel Insulza. O TSE barrou outras 14 organizações, entre elas o Foro Madrid, ligado ao partido espanhol Vox.
Segundo a diretora de Assuntos Internacionais do TSE, "democracias maduras não têm medo de serem observadas. A transparência fortalece a democracia".
O que os observadores acompanham
Os observadores internacionais acompanham a abertura das seções eleitorais, o funcionamento da votação e a apuração dos resultados, sem interferir no processo. Ao fim do trabalho, cada missão produz um relatório com recomendações para o TSE.
A cobertura internacional do 2º turno é ampla. O Financial Times descreveu o Brasil como "campo de batalha" nas disputas regionais entre Washington e a América Latina, e a Europa acompanha o resultado de olho no acordo comercial com o Mercosul.
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O caso mostra que o resultado desta eleição interessa bem além das fronteiras do Brasil.

O que acontece agora
Os relatórios das missões de observação costumam ser divulgados depois da apuração concluída, com recomendações sobre o processo eleitoral brasileiro. A OEA já havia elogiado a condução do 1º turno, mas alertado para o risco de desinformação nas redes.































