O Cruzeiro perdia por 3 a 0 para o Corinthians na final da Libertadores Feminina, mas buscou o empate em 4 a 4 e venceu nos pênaltis por 5 a 4, no sábado (31 de outubro), em Quito, no Equador.
É o primeiro título da Libertadores Feminina conquistado pelo clube mineiro.
A decisão reuniu as duas melhores campanhas da temporada. O Cruzeiro eliminou o Olimpia na semifinal por 1 a 0, com a melhor defesa do torneio.
O Corinthians abriu o placar aos três minutos, com Gabi Zanotti, que ampliou aos 41 minutos, ainda no primeiro tempo. Logo no início da segunda etapa, Vic Albuquerque fez o terceiro gol e colocou o time paulista em vantagem de 3 a 0.
A reação do Cruzeiro começou aos seis minutos, com Byanca Brasil. Vitória Calhau cobrou pênalti aos 11 minutos e diminuiu para 3 a 2, mas Vic Albuquerque ampliou de novo aos 22 minutos.
Já nos acréscimos, Ketlin e Letícia Ferreira marcaram os gols que fecharam o empate em 4 a 4 e levaram a decisão para os pênaltis.
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Nos pênaltis, o Cruzeiro venceu por 5 a 4. A virada evitou o tetracampeonato do Corinthians, que havia vencido as edições de 2017, 2019, 2021, 2023, 2024 e 2025. Foi a quarta vitória do Cruzeiro no confronto direto entre as equipes.
Como fica o retrospecto entre os clubes
Antes da decisão, Corinthians e Cruzeiro já haviam se enfrentado 17 vezes no futebol feminino. O retrospecto era favorável aos paulistas, com 12 vitórias do Corinthians, dois empates e três triunfos do time mineiro. A expectativa pela decisão já vinha das semifinais.
O Palmeiras caiu nas quartas de final para o Santa Fé, da Colômbia, que fechou o pódio da competição em terceiro lugar.
Quanto o título vale em premiação
O título rende US$ 2 milhões (cerca de R$ 10 milhões) ao Cruzeiro, segundo a Conmebol. O Corinthians, vice-campeão, recebe US$ 600 mil, e o Santa Fé fica com US$ 250 mil.
A lista de campeãs mostra o tamanho do domínio brasileiro na competição: são 15 títulos em 18 edições desde 2009, e o Cruzeiro é o nono clube diferente a erguer a taça.































