A TV Gazeta promoveu nesta quinta-feira (22) o debate entre Lorenzo Pazolini (Republicanos) e Ricardo Ferraço (MDB), os dois candidatos ao governo do Espírito Santo no 2º turno, marcado para domingo (25). Os candidatos discutiram segurança, saúde, educação e transporte.
Pesquisa Quaest, contratada pela própria TV Gazeta, mostra Pazolini com 47% contra 38% de Ferraço no cenário estimulado. O instituto ouviu 1.098 eleitores entre 10 e 13 de outubro, com margem de erro de 3 pontos percentuais e registro ES-00468/2026 no TSE.
Na pesquisa espontânea, sem o nome dos candidatos, Pazolini tem 35% e Ferraço, 27%, com 33% de indecisos. A disputa, porém, mudou bastante desde o 1º turno, quando Pazolini venceu por quase 16 pontos de vantagem.
Uma pesquisa mais recente, divulgada no fim da semana passada, já mostrava a disputa dentro da margem de erro. O debate desta quinta acontece com a disputa de domingo mais incerta do que parecia logo depois do 1º turno.
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Participaram do debate apenas os dois candidatos do 2º turno.
O que disseram os candidatos
Os dois fecharam o debate pedindo voto direto ao eleitor. Ferraço defendeu a continuidade do governo que assumiu em abril. Pazolini apresentou a própria trajetória, de ex-prefeito de Vitória a candidato ao governo estadual, como símbolo de ascensão social.
São dois projetos, um projeto de continuidade, de aperfeiçoamento, de avanço, com experiência. O outro projeto é um projeto de ruptura, é um projeto que não dialoga com a vida real.
Pazolini descreveu a própria trajetória como a de “um neto de taxista e de uma costureira” que chegou ao segundo turno, e agradeceu o apoio recebido ao longo da campanha.
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O que acontece agora
O 2º turno acontece neste domingo (25), mesmo dia em que outros cinco estados elegem governador: Amazonas, Acre, Distrito Federal, Rio Grande do Norte e Tocantins. Todo o eleitorado brasileiro também vota para presidente. Antes do 1º turno, pesquisas indicavam Pazolini e Ferraço empatados.
A TV Sim Brasil já mostrou esse empate técnico no fim de setembro, antes da votação do 1º turno.
Reversões como essa seguem raras pelo país: um levantamento histórico apontou virada improvável em quatro dos seis estados que foram a 2º turno neste ano.































