A Nova Zelândia abriu às 16h deste sábado (24) as primeiras urnas do 2º turno da eleição presidencial. O país foi o primeiro entre os mais de 130 que recebem voto de brasileiros no exterior, com mais de 3 mil eleitores aptos no local.

Depois da Nova Zelândia, as urnas abrem na Austrália, às 18h, e em Brisbane, às 19h. Japão, Coreia do Sul e Timor-Leste começam a votar às 20h, ainda neste sábado.

O processo de votação no exterior dura ao todo 29 horas e termina no domingo (25), às 21h, com o fechamento das urnas no Canadá. No Brasil, a votação começa às 8h de domingo.

Mais de 900 mil brasileiros estão aptos a votar fora do país nesta eleição, segundo a Zona Eleitoral do Exterior do TRE-DF, 219.456 a mais que em 2022. O eleitorado no exterior cresceu mais de 30% em quatro anos.

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Estados Unidos têm o maior número de eleitores no exterior, com 265.411 pessoas aptas a votar. Portugal aparece em segundo lugar, com 134.801, seguido do Japão, com 88.370.

Mais de 40 mil votos estão em disputa no exterior entre eleitores que não escolheram nenhum dos dois candidatos no 1º turno.

No 1º turno, realizado em 4 de outubro, Lula liderou os primeiros boletins do exterior, com 157,3 mil votos contra 143,9 mil de Flávio Bolsonaro.

A abstenção no exterior bateu recorde: dos 916.534 eleitores aptos, 574.345 não compareceram às urnas no 1º turno, taxa de 62,69%. O índice de ausência é bem maior que o registrado dentro do Brasil, de cerca de 21%.

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Lisboa teve o maior número de ausências no 1º turno, com 49.964 eleitores.

Na América Latina, Flávio venceu em 28 cidades no 1º turno, enquanto Lula ganhou apenas em Buenos Aires.

O que acontece agora

Os resultados da votação no exterior só podem ser divulgados a partir das 17h de domingo, horário de Brasília, quando termina a votação no país, segundo regra do TSE.