Pesquisas Quaest divulgadas entre segunda (12) e terça-feira (13) mostram a disputa presidencial do 2º turno em quatro estados. Flávio Bolsonaro (PL) lidera no Acre e no Distrito Federal, Lula (PT) lidera no Rio Grande do Norte, e os dois empatam tecnicamente no Amazonas.
As pesquisas foram encomendadas pela TV Globo e ouviram eleitores entre 8 e 12 de outubro, a depender do estado. O 2º turno nacional entre Lula e Flávio será em 25 de outubro, mesma data em que seis estados decidem o governador em 2º turno.
Os quatro estados pesquisados ficam em três regiões diferentes: Norte (Acre e Amazonas), Centro-Oeste (Distrito Federal) e Nordeste (Rio Grande do Norte). Os números mostram um Brasil dividido, com a vantagem de cada candidato mudando de uma unidade da federação para outra.
| Estado | Flávio Bolsonaro (PL) | Lula (PT) | Registro no TSE |
|---|---|---|---|
| Acre | 60% | 28% | BR-05379/2026 |
| Distrito Federal | 50% | 40% | BR-06799/2026 |
| Amazonas | 43% | 47% | AM-09760/2026 |
| Rio Grande do Norte | 33% | 59% | RN-03210/2026 |
Em todos os quatro estados, a grande maioria dos entrevistados considera o voto definitivo. A parcela que ainda pode mudar de candidato varia de 6% no Distrito Federal a 11% no Acre.
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No Acre, votos em branco, nulo ou indecisos somam 12% do total.
No Distrito Federal, essa fatia é de 10%; no Rio Grande do Norte, 8%; e no Amazonas, 10%.
Qual é a margem de erro de cada pesquisa?
Todas as pesquisas têm margem de erro de três pontos percentuais, com nível de confiança de 95%. A Quaest ouviu cerca de 1.100 pessoas com 16 anos ou mais em cada estado, entre 8 e 12 de outubro.
No Amazonas, Lula e Flávio estão tecnicamente empatados. A diferença de quatro pontos entre os dois fica dentro da margem de erro da pesquisa, segundo a Quaest.
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No Amazonas, a disputa para governador também segue acirrada. Aziz e Maria do Carmo propõem planos distintos para a fila do SUS no estado.
Na mesma pesquisa no Rio Grande do Norte, a Quaest também mediu a avaliação do governo Lula. 63% aprovam a gestão federal, e 33% desaprovam.
A disputa pelo Palácio do Planalto acontece ao lado de outras corridas estaduais. Em levantamento publicado a 1 dia do 1º turno, a disputa pelo governo seguia indefinida em pelo menos 8 estados.





























