O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou neste domingo (11) que o senador Flávio Bolsonaro (PL) mente ao negar que vai extinguir o Farmácia Popular. A campanha de Flávio nega a acusação e promete manter o programa, criado em 2004.
Lula também disse que o adversário deixaria de conceder reajustes do salário mínimo acima da inflação, caso eleito.
Não minta, porque mentira tem perna curta. Você vai cortar os benefícios do povo. É assim que seu pai fez. Você vai cortar o Farmácia Popular.
Flávio não anunciou o fim do Farmácia Popular. O plano de governo apresentado ao TSE não cita o programa, mas a página oficial da campanha afirma que o candidato pretende mantê-lo e aprimorá-lo.
Sobre o salário mínimo, a campanha de Flávio defende manter a correção pela inflação, sem assegurar aumentos acima da alta dos preços.
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Criado em 2004, no primeiro mandato de Lula, o Farmácia Popular oferece gratuitamente 41 itens de saúde em estabelecimentos credenciados, entre eles medicamentos para hipertensão, diabetes e asma, além de fraldas geriátricas e absorventes.
O programa foi mantido durante o governo de Jair Bolsonaro (PL), pai de Flávio. Em 2022, porém, a gestão enviou ao Congresso uma proposta de Orçamento com menos recursos para o Farmácia Popular. A verba foi reforçada no texto aprovado pelos parlamentares.
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Publicações nas redes sociais também atribuíram falsamente a Flávio a declaração de que acabaria com o programa. Na quinta-feira (8), o TSE mandou apagar um vídeo anterior da campanha de Lula que associava Flávio a cortes em sete programas sociais.
A campanha de Flávio nega a acusação, mas o histórico do governo do pai dele mostra que o programa já foi alvo de corte de verba antes de a verba ser reposta pelo Congresso.
O que acontece agora
Lula e Flávio se encontram no primeiro de três debates confirmados antes do 2º turno presidencial. A Globo, a Band e o SBT confirmaram os encontros na reta final da campanha eleitoral de 2026.





























