O governador de Goiás e presidenciável Ronaldo Caiado (PSD) lançou nesta semana seu plano de propostas para a saúde, com metas para 2030, e defendeu que o Brasil, não os Estados Unidos, deve liderar o combate ao crime organizado na América do Sul.
O plano de saúde
Caiado propõe substituir a fila por ordem de chegada no SUS por uma fila com prioridade clínica: o paciente acompanha a posição e o tempo estimado de espera, que é ajustado se o quadro piorar.
O plano prevê prontuário eletrônico 100% integrado, um sistema nacional de regulação com centrais regionais funcionando 24 horas, e uso de inteligência artificial para apoiar diagnóstico médico e reduzir burocracia.
Entre as metas para 2030 estão diagnóstico de câncer em até 30 dias, início do tratamento em até 60 dias, cobertura total do Samu no país e redução de 50% no tempo de espera por leito de UTI.
"O Brasil já foi referência em imunização, país que era citado como aquele que conseguiu debelar doenças virais por capacidade de conseguir chegar a 90% da população vacinada", disse Caiado, ao propor uma campanha nacional para recuperar a confiança nas vacinas.
O ex-ministro da Saúde Henrique Mandetta colaborou com quase 40 das propostas do plano.
"Quem vai resolver esse problema somos nós"
Em outra frente, Caiado foi questionado sobre a possível classificação do PCC e do Comando Vermelho como organizações terroristas pelo governo dos Estados Unidos.
"Os americanos não vão resolver um problema que é nosso. Não tenho preocupação nenhuma com os americanos. Quem vai resolver esse problema somos nós", respondeu o presidenciável, que defende posicionar o Brasil como líder no combate ao crime organizado no continente.


























