A seleção encerrou no fim de semana a primeira sequência de amistosos após cair nas oitavas de final da Copa. O time empatou com a Austrália, venceu o returno por 4 a 2 e goleou a Índia por 4 a 0.
Em Townsville, a atuação foi ruim e o empate por 1 a 1 só veio no último lance, em cabeceio de Rayan.
Já em Brisbane, o triunfo por 4 a 2 teve dificuldades defensivas. A vitória por 4 a 0 sobre a Índia, em Calcutá, veio em ritmo lento, com falhas dos goleiros.

Saímos deste período com a sensação de que os jogadores vão poder fazer melhor. Cada jogador tem as suas características, e, no final, saímos satisfeitos. A pressão continua.
A avaliação é do técnico Carlo Ancelotti, que já havia dito que o jogo com a Índia era uma oportunidade, não um teste.
Ancelotti levou à Oceania e à Ásia nove jogadores que nunca haviam sido convocados para a seleção principal. Os laterais Matheuzinho e Arthur Dias deixaram boa impressão, assim como o atacante Samuel Lino, mas nenhum terminou a sequência com grande destaque.
Os goleiros se revezaram como titulares e tiveram problemas. Hugo Souza foi criticado por não saltar no gol sofrido contra a Austrália na estreia, e Otávio errou nos dois gols do segundo jogo.
Diante da Índia, Pedro Morisco praticamente não trabalhou. Ancelotti já havia reagido a críticas ao esquema da seleção antes da sequência de amistosos.
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Entre os jogadores mais experientes, o meio-campista Bruno Guimarães, que se tornou capitão da seleção, manteve o nível mesmo após o pênalti perdido contra a Noruega na Copa. Vinícius Júnior, que vive fase ruim no Real Madrid, teve bons lances só no segundo jogo.
Ancelotti também notou falta de ritmo nos atacantes Estêvão e Endrick.
O que acontece agora
A próxima Data Fifa será em novembro, com Brasil e Japão se enfrentando no dia 14 e Brasil e Singapura no dia 17, os dois jogos em Singapura. A convocação para essa janela deve sair na segunda quinzena de outubro.





























