Quem estiver na fila da seção eleitoral até as 17h deste domingo (4), horário de Brasília, mantém o direito de votar no primeiro turno das Eleições 2026, mesmo que o atendimento aconteça depois do horário oficial. A regra é do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Nesses casos, os mesários identificam quem já está na fila no horário de encerramento e distribuem senhas para garantir o acesso à seção. A votação só termina depois que o último eleitor com senha registra o voto.

Só então começam os procedimentos de fechamento da urna, com a gravação e a transmissão dos dados de cada seção para a totalização nacional.

O TSE também confirmou, ao longo do dia, a troca de 421 urnas eletrônicas por motivo técnico, procedimento rotineiro e sem relação com fraude.

Publicidade

Grupo Projeta: há mais de 17 anos oferecendo as melhores soluções em engenharia. 100 cidades atendidas, 9.471 projetos entregues e 942 km de infraestrutura projetada.

Quem chega depois das 17h pode votar?

Não. A regra vale apenas para quem já estava na fila às 17h, horário de Brasília. Quem chegar ao local de votação depois desse horário não tem direito a senha nem a votar, segundo o TSE.

As senhas distribuídas pelos mesários cumprem duas funções: garantem o voto de quem já estava esperando e impedem que eleitores que cheguem depois das 17h entrem na fila, segundo o Metrópoles.

Como fica o horário nos estados de fuso diferente?

A votação segue o horário de Brasília em todo o país, mas o relógio local muda conforme o fuso. Rondônia, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Roraima fecham as urnas às 16h no horário local, uma hora atrás de Brasília.

A maior parte do Amazonas também fecha às 16h local. Nas áreas do estado que seguem o fuso do Acre, a votação termina às 15h no horário local. Já Fernando de Noronha (PE) fecha às 18h local, uma hora à frente de Brasília.

O horário unificado por Brasília, adotado desde que o fuso do Acre deixou de atrasar a totalização, permite que a apuração nacional comece a ser divulgada já a partir das 17h de Brasília.

Publicidade

Filas e demora para votar foram registradas em diferentes regiões do país ao longo do dia. Em Campinas (SP), eleitores enfrentaram cerca de 1h30 de espera na Escola Estadual Tomás Alves, no distrito de Sousas.

No local, os mesários organizaram uma fila preferencial para maiores de 80 anos. Na Unicamp, a espera chegou a cerca de uma hora, com eleitores concentrados pelos corredores das seções.

Já em Mossoró (RN), segundo maior colégio eleitoral do estado, com mais de 187 mil eleitores aptos, as filas na Ufersa chegaram a 2h30 em algumas das 14 seções instaladas no campus.

Publicidade

Maroto Confecções: qualidade desde o primeiro ponto. Uniformes profissionais e escolares desde 1986, em Brumadinho, Minas Gerais. Ao lado, uma costureira sorri carregando um rolo de tecido na fábrica.

No Ceará, também houve relatos de longas filas em diferentes cidades. O Tribunal Regional Eleitoral do Ceará (TRE-CE) informou que a formação de filas em alguns pontos já era esperada, pelo número de cargos que os eleitores precisam escolher neste pleito.

A fila também marcou a abertura da votação mais cedo, na Europa: a seção de Londres teve fila organizada desde o início da manhã, no horário local.

A orientação sobre a fila às 17h vale em todo o país e é a mesma repassada pelos tribunais regionais eleitorais às mesas: só entra na fila, e só vota, quem chegou até esse horário.