O Rock in Rio pode abrir espaço para o sertanejo em edições futuras. Durante o festival de 2026, o fundador Roberto Medina disse que a presença do gênero e do country no evento está "no radar", embora ainda não tenha uma decisão.
Em 2024, o festival já tinha feito um "aceno leve" ao sertanejo, incluindo o gênero no Dia Brasil, dedicado a homenagear vários estilos da música brasileira.
"A pergunta é: por que não? O sertanejo é o gênero mais tocado no Brasil, e o country é um gênero muito bacana", disse Medina.
Questionada sobre a chance de Jorge e Mateus se apresentarem no evento, a vice-presidente da Rock World, Roberta Medina, respondeu: "Será que vem sertanejo? Vamos ver."
Para o colunista de música do g1 Mauro Ferreira, o encontro entre Rock in Rio e sertanejo "precisa acontecer" já na edição de 2028, já que o gênero é consumido "em todos os rincões urbanos e rurais do Brasil".
Ferreira aponta Ana Castela e Luan Santana como aptos a fazer "grandes espetáculos inéditos" no Palco Mundo, "sem nada a dever em termos técnicos a qualquer artista internacional".
Já o Palco Sunset, mais voltado a tributos e encontros inéditos, poderia reunir nomes como Daniel, Leonardo ou Panda. Ferreira sugere, como exemplo, uma homenagem a Tião Carreiro & Pardinho com Zezé Di Camargo & Luciano e Victor & Leo.
O festival encerrou a edição de 2026 no último fim de semana, quando o Twenty One Pilots estreou no evento e fechou a programação.
Na mesma edição, Ivete Sangalo bateu recorde e chegou a 20 shows no festival, prova de que o Rock in Rio também abre espaço para nomes brasileiros de grande público.
O gênero também movimenta a maior grana dos palcos brasileiros. Veja a nossa lista dos 10 maiores cachês sertanejos no Brasil em 2026.
O que acontece agora
Medina não deu prazo para uma decisão sobre o sertanejo no festival. Mauro Ferreira defende a edição de 2028 como o momento ideal para esse encontro.


























