Yago Dora lidera oficialmente o ranking mundial de surfe da WSL, mas uma regra de descarte que passa a valer no início da etapa de Pipeline, no Havaí (8 a 20 de dezembro), deve colocar Gabriel Medina na ponta, com vantagem de 580 pontos.
Com o descarte, Medina passa a ter 52.210 pontos válidos contra 51.630 de Yago Dora. A pior etapa de Medina na temporada pesa menos no cálculo do que a pior etapa do líder.
Quatro brasileiros ainda disputam o título
Dos cinco surfistas com chance matemática de título no Championship Tour, quatro são brasileiros: o próprio Yago Dora, Medina, Italo Ferreira e Miguel Pupo. A decisão acontece em Pipeline, entre 8 e 20 de dezembro.
Medina chegou a essa posição depois de vencer a etapa de Cloud 9, nas Filipinas, ao derrotar o australiano Jack Robinson na decisão.
O Brasil não depende mais de um único nome: mesmo sem o título ainda garantido, o país já comanda o surfe mundial em cinco rankings diferentes.
Além do Championship Tour, brasileiros lideram outras quatro divisões da WSL: Ryan Kainalo está em primeiro no Challenger Series e no Junior Tour, Luan Wood lidera o Qualifying Series masculino, e Sophia Medina comanda o QS feminino.
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"A Brazilian Storm se tornou uma das principais forças do surfe mundial", disse Ivan Martinho, presidente da WSL América Latina. Para ele, os resultados mostram que o país "não depende de uma única geração ou de um único atleta".
A temporada de Yago Dora também teve reviravoltas. Ele caiu cedo na etapa de Fiji, em setembro, no mesmo período em que Medina despontou como a principal esperança do Brasil no circuito.
O que acontece agora
A etapa do QS Sul-americano acontece entre os dias 13 e 15 de novembro, na Praia do Tombo, em Guarujá. A decisão do título mundial fica para Pipeline, no Havaí, a partir de 8 de dezembro.






























