Os sistemas do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) registravam, até a noite desta sexta-feira (23), 360 seções eleitorais com o local de votação alterado entre o 1º e o 2º turno. O número equivale a 0,07% das seções do país, distribuídas em 97 escolas de votação.
Cabe aos TREs decidir sobre mudança de local de voto. Em nota conjunta ao TSE na semana passada, os presidentes dos tribunais afirmam que as alterações só ocorrem quando "absolutamente necessário" e por motivos "extraordinários".
Eventos climáticos extremos, problemas de infraestrutura não identificados antes e questões de segurança pública estão entre os motivos das mudanças, segundo o TSE.
O número de mudanças para este 2º turno é bem menor que o de 2022, ano do Super El Niño. Foram 5.822 alterações de local de votação naquele ano, segundo o TSE.
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Antes de chegar aos 360 registros, o TSE já tinha mudado o endereço de votação de 592 mil eleitores e, dias antes, alterado 4,3 mil seções num primeiro levantamento para este 2º turno.
No início da semana passada, o sistema do TSE chegou a registrar mais de 5 mil mudanças. O número caiu ao longo dos dias porque os TREs foram atualizando os dados até a lista final de sexta.
Sozinho, o Paraná teve oito mudanças de local neste mês, a maioria por causa do tempo.
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A diretriz seguida à risca pelos tribunais é, sempre que possível, não alterar o local de votação entre os turnos.
Diz a nota conjunta dos presidentes dos TREs enviada ao TSE na semana passada.
Como conferir se o local de votação mudou?
O TSE recomenda checar o endereço pelo aplicativo e-Título, na opção "onde votar" da tela inicial, que mostra local, seção e zona eleitoral. Também dá para consultar pelo portal do TSE, informando título, CPF ou nome da mãe.
O que acontece agora
No domingo (25), a votação ocorre das 8h às 17h em todo o país. Eleitores de seções com local alterado devem buscar o endereço atualizado antes de sair de casa, pelo e-Título ou pelo portal do TSE.































